Nada como aquela irritante sensação de ter uma música na cabeça mesmo horas depois de tê-la ouvido na rádio ou TV. A impressão parece ser cada vez mais frequente, de que essas canções chicletes - que grudam, secam e são quase impossíveis de serem desgrudadas são cada vez mais comuns nos veículos musicais. As seguintes músicas foram todas lançadas nos últimos três anos e, (in)felizmente, parecem ainda fazer parte do nosso dia-a-dia.
O rapper Pitbull parece ser convidado para cantar algumas palavras em músicas de artistas e BUM, essa canção se torna um hit irritante. O que é engraçado, no entanto, é que às vezes o seu sotaque dificulta o entendimento e tudo perde um pouco do sentido.
Há adolescente mais falado do que Justin Bieber? O canadense fisgou as fãs no auge dos seus 12-15 anos e elas ainda não pararam de berrar.
Os também adolescentes do One Direction se conheceram no X-Factor britânico (uma espécie de The Voice inglês) e formaram a boyband. Parece mesmo que esse estilo está retornando às paradas de rádio pelo mundo, como os Backstreet Boys fizeram há 10 anos atrás. Junto com eles, os (um pouco mais velhos do) The Wanted também veem para fazer as meninas gritarem e pularem um pouco.
No Brasil, essa onda de musiquinhas irritantemente cantáveis começou com o infâme Ai, Se Eu Te Pego de Michel Teló e continuou com os Tchu, Tchas da vida.
As duas músicas mais irritantes lançadas recentemente que disputam o primeiro lugar em ser chiclete provavelmente são Party Rock dos esquisitos do LMFAO e Call Me Maybe da "fofinha" Carly Rae Jepsen.
Será que fica mais grudento que isso?
Quando a música chiclete fica na cabeça e não saí faça uma meditação .....que ela sai ...desgruda.
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