As meninas do Pussy Riot têm chamado a atenção pelo mundo. Entenda o porquê abaixo.
A banda de punk é formada por (mais ou menos, veja só) 12 garotas russas. Foi criada há cerca de um ano e as meninas não usam seus nomes verdadeiros nem mostram seus rostos: em entrevistas, optam por apelidos e máscaras nos rostos. Pussy Riot podia ser facilmente incluída no post de bandas politicamente engajadas (que você pode dar uma olhada aqui!).
| Foto: Igor Mukhin / Wikipedia |
Elas dizem que só querem cantar, tendo a liberdade de falar e criticarem o que bem entenderem, principalmente porque o presidente russo é um "homem mau".
Desde fevereiro deste ano, as integrantes veem sendo presas pelo cunho político, contra o governo russo vigente, de suas canções e performances em lugares movimentados e conhecidos da grande Rússia.
Elas foram presas, tiveram suas fianças negadas e foram acusadas de "hooliganismo" (comportamento agressivo) em julho. O julgamento começou mês passado.
Apesar de Putin, o presidente russo principal atacado e críticado nos vídeos e músicas da banda, ter pedido que a pena não fosse tão rigorosa, elas foram condenadas a 2 anos de prisão.
Esse assunto gerou comoção no mundo musical e vários artistas, como Red Hot Chili Peppers, Madonna e Green Day se mostraram a favor da banda. Até mesmo o nobel da paz Lech Walesa pediu que as meninas fossem libertadas.
Esses músicos apareceram no novo clipe da banda, que inclui uma imagem do presidente russo sendo queimado.
A questão é... será que até nos tempos modernos a liberdade de expressão tem limites?
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