quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Z Festival: paraíso musical dos adolescentes.

Reprodução: Facebook do evento.

No finalzinho do mês passado, foi postado aqui no blog dois posts sobre os shows que veem por aí, Show internacional é o que não falta e shows nacionais para os cariocas, mas ficou faltando falar do Z Festival, que reunirá artistas que estão tirando o fôlego do público juvenil. 

A produtora responsável pelo festival é a XYZ e o evento leva Z no nome porque o público alvo é a "nova geração" e os alemães chamam isso de Zeitgeist (espírito da época). Esse termo se popularizou e há eventos chamados Z DAY em mais de 70 países. 

O evento acontecerá nos dias 28 e 30 no Rio de Janeiro e dia 29 em São Paulo. 

O HSBC Arena receberá Hot Chelle Rae, The Wanted, McFly, DJ Torrada e Yellowcard a partir das 19h no primeiro dia e Big Time Rush, Demi Lovato e Rock Bones a partir das 18h30 no segundo. 

Já em São Paulo, na Arena Anhembi, as apresentações serão divididas em dois palcos: Zig e Zag e serão alternadas. Os shows começam às 17h e os ingressos têm valores entre R$ 200 e R$ 480 (estudantes pagam meia). 

As boybands do momento Big Time Rush, americana, e a britânica The Wanted são as convidadas principais, apesar de que a base de fãs de McFly e Demi Lovato seja mais antiga e maior que as deles no país. O tipo de música se resume ao mais ouvido pelos jovens atualmente: pop rock e pop, além das boybands. Ano passado, a edição de São Paulo contou com a presença de Justin Bieber e Cobra Starship.

Os ingressos podem ser adquiridos no site da Livepass ou através dos sites dos lugares dos espetáculos: HSBC Arena e Arena Anhembi.

Não se esqueça de curtir a página do Z Festival no Facebook e ficar atenado nas novidades do evento.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Mais condecorações para Sir Paul.

A rainha Elizabeth condecorou Paul McCartney como Sir (cavaleiro) em 1997. Agora é a vez do presidente francês François Hollande dar uma "medalhinha" para o Beatle. 

Paul receberá medalha
Chamada de Legião de Honra, ela foi criada em 1802 por Napoleão Bonaparte e é mais alta condecoração francesa. Outros artistas famosos, como Elizabeth Taylor, Liza Minnelli e Clint Eastwood já a receberam. 

Sir Paul será declarado oficial, dentre as três posições possíveis: cavaleiro, oficial e comandante. 

Ela não traz nenhum benefício para o condecorado, que tem que desembolsar entre R$210 e R$ 880, dependendo do nível. No entanto, é visto com grande honra, ainda mais sabendo-se que a maior parte dos que receberam a Legião de Honra são franceses. 

A cerimônia está prevista para este sábado, dia 8, em Paris. 


terça-feira, 4 de setembro de 2012

Da mansão Presley para o Brasil.

A viúva do rei do Rock, Priscilla Presley, deu uma entrevista ontem (dia 3/09) ao Programa do Jô (Rede Globo) falando sobre a exposição que começa nesta quinta-feira em São Paulo: The Elvis Presley Experience

Trazendo mais de 600 itens pessoais do cantor, muitos dos quais estão sendo expostos pela primeira vez fora da mansão da família, Priscilla diz que quem for à exposição conhecerá não o mito, mas o homem que Elvis foi. 

Elvis & Priscila / Reprodução
A atriz foi casada com o autor por 15 anos, depois de terem namorado por 5. Lisa Marie é a única filha do casal, que mais tarde se casaria com Michael Jackson. Priscilla conta que decidiu começar a exposição no Brasil pela quantidade enorme de fãs de seu ex-marido no país. "Era o lugar certo para começar. Estou muito feliz."

A exposição conta com as famosas jaquetas de couro, o telefone dourado, fotos, documentos e outros artigos utilizados nos shows do cantor, sem esquecer do carro vermelho usado no filme "Feitiço Havaiano" de 1961. 

The Elvis Presley Experience é uma forma de celebrar o homem que Elvis, morto há 35 anos, foi. Ela ficará no Shopping Eldorado entre os dias 5 de Setembro e 5 de Novembro, de segunda à sexta, das 10h às 22h. Os ingressos custam entre R$20 e R$ 200 e podem ser adquiridos através do site do Ingresso Rápido

Para quem não viveu na época do auge do sucesso de Elvis, é uma boa oportunidade de conhecer um pouco sobre o homem que revolucionou a música e botou nossos joelhos (e o resto do corpo) para se mexerem! 

Confira aqui outro post do blog em que o Rei do Rock é citado!

(Fonte: G1 Música

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Separação que deu música

Os relacionamentos são base da grande maioria das letras de canções, assim como namoradas viram musas e garotos recebem declarações. Mas às vezes, o negócio vai de mal a pior. Os tablóides mundo afora adoram expôr os podres, mas aqui a gente quer saber de música, não é? Em seguida, você confere uma mini-seleção de músicas que foram frutos de namoros e casamentos mal acabados. 

Apesar de todo o sucesso do quarteto ABBA, Agnetha Faltskog e Björn Ulvaues tinham carreiras separadas. O vocalista escreveu para o lançamento de 1980, Super Trouper, a música mais melacólica e mais pessoal do grupo: The Winner Takes It All, baseada no seu divórcio com Agnetha. Fez tanto sucesso que a banda sueca alcançou o Top 10 nas paradas britânicas e americanas. 



Anthony Kiedis, do Red Hot Chili Peppers, mal tinha engatado o namoro com Sinead O'Connor quando a mulher, do nada, terminou com ele. Sem entender o motivo do rompimento, Anthony, com Frusciante, escreveu I Could Have Lied, gravou a demo e entregou na casa da cantora. Mesmo sem nenhum tipo de resposta dela, essa canção entrou para o CD Blood, Sugar, Sex, Magik que fez bastante sucesso nos anos 90. 




A loirinha americana Taylor Swift é conhecida por explanar sua vida pessoal em suas canções. Normalmente, os compositores preferem o anonimato de suas vítimas: a Taylor não. Depois de seu relacionamento com o cantor e guitarrista John Mayer, ela fez questão de escrever uma música cujo título levava seu nome, Dear John, e não poupou indiretas. Ouch!



Desde o final do ano passado, Katy Perry e Russell Brand têm sido capa de revistas e pauta de muita revista de fofoca. Após o casamento de um ano e dois meses, os dois passam por um divórcio bem aberto ao público. A cantora escrachou a situação no seu filme, lançado mês passado e na sua nova música de trabalho, que aparenta ter um tom bem mais sombrio que o resto de suas músicas, sempre bem animadas, Wide Awake.




No ínicio dos anos 2000 não havia casal mais fofo e comentado que Brtiney Spears e Justin Timberlake. No entanto, o rapaz ficou bem mais arrazada com o término que ela, depois de rumores que a princesa do pop teria o traído. Timberlake, depois que a sua boyband N'Sync acabou, lançou um álbum solo. O primeiro single foi Cry Me A River. No clipe, ele invade a casa da ex-namorada e grava um vídeo aos amassos com uma morena. A ex-namorada que aparece no vídeo é tão parecida com Britney que não pode ser coincidência. 




sábado, 1 de setembro de 2012

Som das cordas.

Violão. foto: amffblog
A guitarra está incorporada nos mais variados gêneros musicais. Seu som pode ser utilizado e alterado e tem gente por aí que mal reconhece o som de uma ao ouvir uma música. Apesar de ser um dos instrumentos que os jovens mais querem aprender a tocar, poucos sabem da história dele. 

Para começar, quem constrói instrumentos de corda com caixa de ressonância chama-se luthier (lê-se lutier). Essa profissão é retratada na arte desde o século XVII, mas a guitarra, no caso, é bem mais antiga que isso. 

Existe uma confusão em relação aos nomes de guitarra e violão nos países de língua portuguesa. No Brasil, por exemplo, reconhecemos a guitarra acústica pelo nome de violão e a guitarra elétrica simplesmente por guitarra. Já os portugueses usam guitarra para as duas variações e dão nomes específicos às violas mais antigas, características de sua cultura e música. 

Não se sabe o certo nem onde nem quando ele começou a ser feito e utilizado. Dentre as diversas teorias, há duas que são mais plausíveis. Diz-se que a mãe das guitarras, o alaúde mourisco (seis pares de cordas) existe pelo menos há 5 mil anos. Mas a primeira hipótese para a introdução no ocidente é que a guitarra teria derivado da citara romana (que na verdade era grega, mas passou a ter esse nome por causa do domínio do Império Romano). Por volta do século I, ela teria chegado à Espanha onde, apenas mais tarde, no século IX, foi introduzida na cultura musical, numa forma mais parecida com a guitarra acústica atual. 

A outra suposição é que ela teria sido derivado do antigo alaúde árabe que foi levado para países como Portugal e Espanha quando os Mouros invadiram a Península Ibérica.

Com o passar dos séculos, a guitarra foi desenvolvendo, ganhando novas formas e tamanhos. O formato da caixa vem afinando, o braço fica mais fino também. A posição da abertura da caixa também vem dançando com os anos. Algumas variações ficaram tão diferentes que se tornaram instrumentos específicos. 

Les Paul Gibson foto: freewords
A guitarra elétrica, tal como conhecemos hoje, é bem mais recente que essa aula de História toda. Nos anos 30 ela surgiu de forma independente e foi sendo passada praticamente de mão em mão. A parte elétrica consistia somente em botar um microfone dentro da caixa de ressonância. Mais tarde, entre a década de 1950 e 60, surgiram as guitarras maciças (como as famosas Fender Stratocaster e a Gibson Les Paul), já que a caixa de ressonância não era mais necessária. As cordas, que sempre foram de nylon passaram a ser metálicas e os captadores magnéticos passaram a ser utilizados. 

O som da guitarra é produzido pela vibração das cordas. As cordas mais finas produzem sons mais agudos e as grossas, mais graves. Uma das diferenças entre o violão e a guitarra é a quantidade de trastes. Na guitarra, o braço tende a ser maior, tendo maior números dessas "divisõeszinhas". 

Apresentando a senhora guitarra. Prazer?