terça-feira, 6 de novembro de 2012

McCartney fala sobre Yoko Ono.


Depois de toda a controvérsia sobre Yoko Ono ter ou não separado os Beatles, McCartney deu seu ultimato: ela não foi a causa da separação dos Fab Four.

Paul disse a David Frost, famoso jornalista do escândalo do Watergate, numa entrevista que irá ao no dia 6, que o relacionamento de Lennon com a japonesa não foi a razão principal pela banda ter terminado, segundo o The Guardian.

O jornal, que conseguiu partes da entrevista de Frost, ainda alega que Paul não se sentia confortável com a presença de Yoko nos ensaios do grupo, mas que não a culpa.

McCartney disse que “ela não separou o grupo, ele já estava acabando. Quando Yoko veio, parte da sua vanguarda, seu ponto de vista, então ela o mostrou outra forma de ver, o que era bem atrativo pra ele. Então era hora de John ir embora, ele iria embora de uma forma ou de outra”.

Ele ainda conta que sem o apoio de Yoko, ele acha que Lennon não teria escrito canções como Imagine, adicionando “Eu não acho que ele teria conseguido fazer isso sem Yoko, então acho que não dá para culpa-la por nada”.

Ele culpa, no entanto, o empresário dos Beatles, Allan Klein, que substituiu Epstein após sua morte em 67, pelo término da banda. “Eu estava brigando com os meus melhores amigos. Eu disse que queria brigar com Klein.”.

A entrevista irá ao ar pela All Jazeera English no próximo dia 6 e terá uma hora de duração.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Trilha sonora de O Hobbit divulgada.



A trilha sonora do filme O Hobbit será lançada dia 11 de Dezembro e terá dois CDs, dois dias antes do filme ser lançado mundialmente. Também estará disponível uma Edição Especial com 4 faixas exclusivas e extras. Todas as versões incluem a canção “Song Of Mountain” , a canção escrita pelo Cantor Neil Finn (Crowded House). 

A OST foi escrita por Howard Shore e gravada pela Orquestra Filarmônica de Londres nos estúdios Abbey Road. Shore também compôs a trilha para a trilogia dos Senhor dos Anéis.

Em nota para a imprensa ele diz que “estava animado por voltar ao mundo imaginário da Terra Média por um tempo. Eu li todos os livros de Tolkien, incluindo o Hobbit quando eu tinha uns 20 anos e seu amor pela natureza e coisas verdes realmente me toca.”

O primeiro filme da trilogia pré-estreia na Nova Zelândia no dia 28 deste mês. Confira o trailer  legendado abaixo.



O site Fandango revelou a lista das músicas da edição normal:

Disco 1:
'My Dear Frodo'
'Old Friends'
'An Unexpected Party'
'Axe or Sword?'
'Misty Mountains' performed by Richard Armitage and The Dwarf Cast
'The Adventure Begins'
'The World is Ahead'
'An Ancient Enemy'
'Radagast the Brown'
'Roast Mutton'
'A Troll-hoard'
'The Hill of Sorcery'
'Warg-scouts'

Disco 2:
'The Hidden Valley'
'Moon Runes'
'The Defiler'
'The White Council'
'Over Hill'
'A Thunder Battle'
'Under Hill'
'Riddles in the Dark'
'Brass Buttons'
'Out of the Frying-Pan'
'A Good Omen'
'Song of the Lonely Mountain' performed by Neil Finn
'Dreaming of Bag End'

A edição especial conta ainda com 'A Very Respectable Hobbit', 'Erebor', 'The Dwarf Lords' e 'The Edge Of The Wild'.

(Fonte: NME)

sábado, 3 de novembro de 2012

Ben Harper confirmado no Rock In Rio


Ben Harper foi anunciado como um dos convidados para tocar no palco Sunset no Rock In Rio de 2013. Segundo o que foi postado no site do evento na segunda feira (29), um outro convidado será anunciado em breve, já que as atrações do  Sunset são encontros inusitados. Segundo o G1, há rumores de que Ivan Lins e George Benson estejam cotados para se apresentar no palco.

Harper se junta a Springsteen, Metallica e Iron Maiden, já confirmados no evento. Os ingressos que foram disponibilizados na terça passada se esgotaram em apenas 52 minutos. Em breve a organização anunciará a data de venda do próximo lote de ingressos. 

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

G1 entrevista Titãs.


Os Titãs fizeram show neste dia primeiro na Fundição Progresso no Rio de Janeiro. A turnê comemorativa do álbum Cabeça Dinossauro trouxe hits como "Diversão", "Polícia", "Flores", "Sonífera ilha" e "Bichos escrotos". Além disso, chega às lojas ainda este mês o DVD "Cabeça Dinossauro no Circo Voador", gravado ao vivo em junho deste ano.

G1 — Como foi o show comemorativo em São Paulo?
Paulo Miklos — Foi muito emocionante. Charles se lembrou de que foi a primeira vez, desde o ‘Acústico’, que nos reunimos todos. Foi um momento muito especial. Numa primeira parte, tocamos com a formação atual. Depois, recebemos os ex-integrantes. A partir daí, é que nem andar de bicicleta: você não esquece. E repertório é o que não nos falta. Se há um patrimônio destes 30 anos, acho que é esse.


G1 — Como surgiu a ideia da reunião?
Miklos — Surgiu no ano passado. Quando caiu a ficha de que iríamos completar 30 anos, começamos a considerar que uma comemoração seria justa. Então conversamos a respeito. Nando nos convidou para um jantar em sua casa, em São Paulo, para um primeiro bate-papo. Falamos sobre tudo: as músicas, os desejos de cada um, o que tocaríamos...


G1 — E como foi o reencontro com os ex-integrantes?
Miklos — Foi tranquilo, mas não tão fácil, por causa das agendas de cada um. O Arnaldo tinha acabado de lançar um novo trabalho. E o Nando está lançando agora. O Charles também tem as atividades dele, inclusive na TV. Conseguimos apenas estas duas datas, para fazer Rio e São Paulo. E, mesmo assim, o Nando não vai poder participar no Rio. Mas é algo que a gente não podia deixar escapar. Comprovamos isso em São Paulo, depois que nós nos encontramos no palco, tocando diante do público. Foi um momento realmente único. Pensamos: "Puxa, ainda bem que conseguimos concretizar isso."


G1 — Há algum tipo de homenagem a Marcelo Frommer (o guitarrista morreu em 2001, aos 39 anos, depois de ser atropelado na capital paulista)?
Miklos — Além de dedicarmos o show a ele, fazemos uma homenagem durante "Epitáfio", canção composta por Sérgio Britto e que faz parte do repertório do álbum "A melhor banda de todos os tempos da última semana". É marcante, porque foi o último disco que a gente fez com ele. Apesar de não ter participado da gravação, colaborou com as composições e arranjos. O acidente ocorreu na vérpera da viagem para o Rio, onde gravaríamos.


G1 — A turnê em que tocam o repertório completo do disco "Cabeça dinossauro" vai virar DVD?
Miklos — Sim. A turnê foi um fenômeno. Pegou a gente de surpresa. Vai se chamar "Cabeça Dinossauro no Circo Voador". Foi gravado há alguns meses, no Rio de Janeiro. A previsão de lançamento é para novembro.


G1 — O que passa pela sua cabeça quando fala-se em 30 anos dos Titãs?
Miklos — Vivemos uma aventura rodando o Brasi e o mundo durante todos estes anos. É um privilégio poder conhecer esse país, que é um continente. E são gerações que passam na frente do palco. A gente assiste isso tudo lá de cima. Tem sido fantástico. Fazemos isso como um presente para o público, para os fãs. É por causa deles que estamos há 30 anos rodando. E essa coisa de longevidade tem muito a ver com a satisfação que temos em tocando juntos. Hoje os Titãs são outros, renovados. Fazemos uma música sem muita firula: sintética, ácida, cortante e objetiva.


G1 — E a relação com o público? Ainda é a mesma?
Miklos — Por vezes, deixamos o público órfão mesmo, porque buscamos guinadas estilísticas muito radicais. Estouramos com uma balada no momento em que queriam rock and roll. Pesamos a barra e fizemos um disco escatológico na hora em que estava todo mundo estava amando a banda. Fizemos este tipo de coisa porque foi necessário. Agora a gente colhe um pouco o fruto do fato das pessoas terem percebido que valeu a pena acompanhar nossa carreira. Porque, com todos os descaminhos, continuamos traçando uma linha incerta, porém decidida. E para a frente.


G1 — E o futuro?
Miklos — Planejamos um grande álbum para o ano que vem. Um disco de músicas inéditas, como os Titãs sempre fizeram, mas com a formação nova.


G1 — Quais serão as influências deste próximo trabalho?
Miklos — A essa altura, acho que vai ter muita influência dos Titãs (risos).


(Fonte: G1)

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

16 coisas que você não sabia sobre Bohemian Rhapsody.

O site da NME publicou 20 coisas que você não sabia sobre a épica música do Queen, Bohemian Rhapsody. Confira 16 delas!


1. Ela ficou 9 semanas consecutivas em primeiro lugar no UK, perdendo apenas pra David Whitfield com Cara Mia (10 semanas, em 54) e Slim Whitman com Rose Marie (11 semanas, em 55). No entanto, perdeu o posto para Mamma Mia do Abba mais tarde. Curiosamente, o título da música é um trecho de Bohemian Rhapsody. 

2. Scaramouche é um personagem de comédia dell'arte, quase como um palhaço que tenta sair dos apuros nos quais se meteu, às custas de alguém. O nome original "Scaramuccia" significa "batalhar". 

3. Quando foi colocado nas rádios pelo comediante Kenny Everett, então DJ, ele achou que era absurdamente longa, mas mudou de ideia em seguinda. "Esqueça, podia ter meia hora, ainda assim será número um por séculos!" 

4. Freddie Mercury toca o mesmo piano que McCartney usou em Hey Jude. É bem claro, não é mesmo?

5. Tanto a EMI quanto a Elektra tentaram cortar a música. Como Roger Taylor disse: "Eles disseram que era muito longa e não ia rolar. Nós pensamos: "nós podíamos cortar, mas não faria sentido", já não faz muito sentido agora e faria muito menos sentido assim, você perderia todos os diferentes "sentimentos" da canção. Então dissemos não. Ou rola ou não."

6. A música era o xodó de Freddie. Em 2002, Brian May disse: "Ele sabia exatamente o que estava fazendo. Nós só ajudamos a tornar real"

7. As partes de opera demoraram mais de 70 horas para ficarem prontas. 

8. Freddie escreveu a música inteira - incluindo as harmonias - em listas telefônicas e pedaços de papel, fazendo ainda mais difícil para todos entenderem a coisa. 

9. Depois da crucial tocada na rádio, o pessoal da Capital (rádio) ficou louca e a EMI percebeu que tinha um hit - mesmo que incomum - em suas mãos. Esse foi o momento que eles concordaram em lançar o single inteiro. 

10. Ela só alcançou o número 9 nos EUA na semana de lançamento, mas foi direto para número dois em 92. Só perdeu para Kriss Kross com Jump. 

11. Em 2007, a Radio 1 (Reino Unido) confessou que essa era a música mais tocada desde que a rádio começou. 

12. Durante a performance incrível no Live Aid de 13 de Julho de 85, Queen usou fitas nas partes mais difícies da música. Bem, você também faria isso, né? 

13. O clipe dessa música custou cerca de 4.500 libras para ser feito de uma forma centrada, parecida com a capa do álbum Queen II, lançado um ano e meio antes. Aparentemente, eles gostavam desse jeito de aparecer. 

14. Com 5:55 de duração, era bem arriscado ter uma música tão longa nas paradas, mas Hey Jude (cá está ela de novo) era um minuto e meio mais longa. Oasis tem o recorde, com a "All Around The World" que tem 9 minutos e meio. Faz Bohemian Rhapsody parecer pequenininha. 

15. Uma vasta lista de artistas bem diferentes já fizeram cover: Yankovic, G4, Elaine Paige, The Massed Bands of the RAF e Rolf Harris, com o estilo meio country. 


16. No final das contas, qual é seu significado? Freddie explica: "Tem o significado que você quiser."